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Toco y no me voy

neymar

Seleções como Espanha e Camarões levaram uma sacola recheada de gols na volta para casa. E a verdade é que a Copa dos muitos tentos se foi com essas e outras seleções que caíram na primeira fase. Continua sendo um torneio deliciante como a nega de Jorge Ben, com sangue, suor, pênaltis, tieta e quetais. Porém, o que me chama atenção é a falta de produção ofensiva coletiva nas quatro gigantes que sobreviveram.

Estamos tendo mais uma Copa dos craques que das seleções. Talvez pela certeza de que Robben, Messi e Neymar vão resolver – ou pela falta de outras opções – os treinadores mais bem-sucedidos têm apostado em fechar a casinha e jogar a bola em quem resolve, o que, até determinado momento, deu certo. Quando o craque não resolve, tem aparecido muito a bola parada. Foi assim que o Brasil fez seus três últimos gols e a Alemanha se garantiu contra a França. Os craques, por sua vez, resolveram na arrancada de Messi contra a Suíça para a conclusão de outro craque, Di Maria. Mesmo que discutivelmente, Robben acabou com a agonia holandesa diante do México em uma arrancada absurda. Jogadas muito mais de talento individual que de coletivo. Continuar lendo

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